quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Arte suméria

Localização
Esta região estaria, portanto, situada entre o Tigre e o Eufrates, estendendo-se do sul da Babilônia hoje sul do Iraque.

Os sumérios apresentaram uma das mais ricas e variadas tradições artísticas do mundo antigo, a base sobre a qual se desenvolveu a arte dos assírios e babilônios.

Grande parte do que conhecemos da arte suméria procede das escavações das cidades de Ur e Erech.

Povo
Os sumerianos ou akkades eram provavelmente brancos-morenos com afinidades ibéricas ou dravidianas (indígena da índia).

Escrita
Escrita chamada cuneiforme onde usavam uma espécie de escrita que traçavam em grés (rocha formada de areias e cimento) ou barro, pela qual foi possível decifrar sua linguagem que foi conservada na Assíria e na Chaldea como uma língua sábia, até a conquista de Alexandre.

Suméria/Egito


A arte suméria é bem inferior à egípcia provavelmente leva-se em conta a provável diferença de gosto artístico e de meio ambiente, um exemplo é que na suméria não existia matéria-prima para a produção de esculturas, o material tinha de ser importado.
Os sumérios tomavam realmente como base a arte dos egípcios. Eles viveram no mesmo período que os egípcios, mas há controvérsias.

Descobertas

O mais antigo mapa já encontrado foi confeccionado na Suméria, em uma pequena tábua de argila, e representa um Estado.

A terra necessita 365 dias fazer uma única volta em torno do sol, que é também uma aproximação do número dos graus em um círculo.
Não esqueçamos, também, que foi esse povo que criou a tão conhecida Escrita Cuneiforme , que se constituiu na primeira escrita de que a humanidade teve conhecimento .

Simbolismo do círculo

O quinto ponto representa a ponte para o céu representado pelo círculo, por um símbolo por sua vez universal considerado para a infinidade e a perfeição, e pelo mundo representado pelo quadrado. O ponto o mais elevado de uma pirâmide é uma projeção do ponto central do quadrado. Isto pode ser interpretado como o ponto o mais elevado da terra que é o céu o mais baixo.
Arquitetura

Torre de babel
Em Nipur, construíram uma grande torre ao seu deus principal El-lil, cuja memória supõe-se tenha sido preservada na lenda da Torre de Babel ou Marduk, a torre era composta de sete camadas multicoloridas, em cujo topo achava-se um templo de proporções singulares acredita-se dela ter sido pintada e preservado em cor anil em cima das camadas. Haviam três escadarias que levavam ao templo, e diz-se que duas delas ascendiam apenas até a metade da altura do zigurate. O centro do zigurate de Marduk continha restos de outros zigurates e estruturas mais antigas. O estágio final consistia em um encaixamento de 15 metros de tijolos reforçados construído pelo monarca Nabucodonossor.



Zigurates
O nome sumério para a estrutura era Etemenanki, palavra que significa "A Fundação do Céu e da Terra." Provavelmente construído sob as ordens de Hamurabi .
As fachadas com colunas tinham decoração de lápis-lazúli, conchas e madrepérola. Um zigurate é uma forma de templo, comum aos sumérios, babilônios e assírios, pertinente à época do antigo vale da Mesopotâmia e construído na forma de pirâmides. O formato era o de vários andares construídos um sobre o outro, com o diferencial de cada andar possuir área menor que a plataforma inferior sobre a qual foi construído — as plataformas poderiam ser retangulares, ovais ou quadradas, construído normalmente em sete níveis, ou camadas, o zigurate representaria os sete céus, ou planos de existência, os sete planetas e os sete metais a eles associados e suas cores correspondentes. O centro do zigurate era feito de tijolos cozidos ao sol, enquanto o exterior da construção mostrava adornos de tijolos queimados.



Os adornos normalmente eram envidraçados em cores diferentes, possivelmente contendo significação cosmológica. O acesso ao templo, situado no topo do zigurate, se fazia por uma série de rampas construídas no lado da construção ou por uma rampa espiralada que se estendia desde a base até o cume do edifício. Alguns dos exemplos mais notáveis dessas estruturas incluem as ruínas na cidade de Ur e de Khorsabad na Mesopotâmia.
O templo Dur-Untash, ou Choqa Zanbil, construído no séc. 13 a.C. por Untash Napirisha e localizado perto de Susa, Irã é um dos mais preservados zigurates do mundo.

Artes com jóias

Também eram produzidas jóias do mais delicado trabalho em ouro e prata, escultura de cobre, cerâmica cerâmica.jpg, gravuras e selos.

Foram os pioneiros na utilização de veículos com rodas;

Deuses

Informação sobre deuses e deusas Sumerianos é encontrada nas tabuletas da argila e em selos Sumerianos.

Estes deuses foram chamados de Nephilim “aqueles que do céu à terra vieram.”

Na Mitologia Sumeriana deuses bons e maus provindos Nibiru “planeta do cruzamento” pelos Babilonicos é identificado com o planeta Jupiter que vieram à terra para criar a raça humana.

Segundo símbolos cuneiformes era representado frequentemente com círculos e assas.



O Anunnaki (“aquele que do céu veio ligar à terra” em Sumeriano) surge da evolução na terra porque tem progredido para bilhões de anos entretanto, eles desejou criar um trabalhador que poderia se comunicar e aprender deles. Após vários protótipos falhados Anunnaki projetou um espécime de Adão que seria o homem perfeito usando 80% do espécime Inferior e 20% do espécime superior. Que era a de Anunnaki.
Eles descreveram seu criador junto com serpentes em um formulário dobro da hélice com as barras finas que conectam entre elas em uma forma espiral e que hoje é representado no campo da medicina.



Ouroboros é um símbolo antigo da alquimia que descreve uma serpente ou um dragão que engolem sua própria cauda, constantemente criando-se e dando forma a um círculo. É a roda de Tempo - a roda da alquimia - 12 ao redor 1 para manifestar os programas da grade que dão o ilusão do tempo linear permitindo que as almas experimentem emoções.
Representa a natureza cíclica das coisas, do retorno eterna, e das outras coisas percebidas como os ciclos que começam e que terminam, vida e morte . Esse símbolo é visto no Egito, na mitologia nórdica, Hindu (o dragão que circunda a tartaruga que suporta os quatro elefantes que carregam o mundo), na americana com os Aztec, chinesa.



kundalini é o poder do desejo puro dentro de nós, é a energia de nossa alma, de nossa consciência, a energia do cosmos dentro de cada um de nós, nossa energia criativa, ela pode ser imaginada como uma serpente enroscada adormecida na base de nossa coluna. Uma energia adormecida dentro de nós que se desperta, expande nossa consciência é a potencialidade de que todos nós somos capazes.



Tornamos isto possível quando o nosso sistema glandular e nervoso são ativados e combinados para se criar um movimento ou fluxo no flúido espinhal e uma sensitividade nas terminações nervosas e assim, o cérebro recebe os sinais e os integra. Como resultado, toda nossa percepção se expande numa tremenda claridade. Percebemos os efeitos e os impactos de uma ação antes dela acontecer. Adquirimos o poder da escolha de agir ou não. A consciência nos dá esta escolha e a escolha nos dá liberdade. Quando conseguimos um fluxo constante da Kundalini, é como se estivessemos nos despertando.

KRAMER, Samuel Noah et alii. Mesopotâmia, o berço da civilização. Rio de Janeiro :
José Olympio 1972 191 p. (Coleção LIFE)

PARROT, André. Sumer. Paris : Gallimard. 1960. (Col. l’ Univers des Formes)

UNGER, Eckard. Arte súmero-acádico. Barcelona : Labor 1931 (Col. Labor n.307)

www.louvre.fr.

Fonte: História Universal - Companhia Editora Nacional (São Paulo - Rio de Janeiro - Porto Alegre)

Fonte: Encyclopedia e Diccionario Internacional - W. M. Jackson, Inc. (Rio de Janeiro - Nova York)

Fonte: 40000 ans d'art et d'énigmes - Daniel Bernet - (1971 - Éditions Robert Laffont - Paris, France)
Tradução: Paulo Stoll Nogueira (São Paulo - SP)

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